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And I telling you…

I ask you to hold me
but you don’t wanna hold me
it dont work like that
I want you to love me
but you don’t wanna love me
I’m losing patience now

Chorus~~
~(ooo leave me alone)
Oh, leave me alone~
stop asking for more
i’m going home on my own
~(ooo leave me alone)
Oh, leave me alone~
I’m walking outa the door
I’ll make it on my own

leave me alone, leave me alone, leave me alone
Just leave me alone

You like me to stroke you
Careful I don’t choke you
did you read my mind
You say don’t be blue
Is that the best you can do?
I’ve lost my patience now

Aceitação Formal.

 

Como bom ariano(?) com ascendente em sagitário. Sou um Duck Tales. Sou movido por desafios, aventuras e   situações onde haja certo risco e o verdadeiro sabor da conquista do desconhecido.

Não me peça constância, não amarre minhas mãos e principalmente idéias com pensamentos retrógrados, preconceitos e pessimismo, pois meu instinto morre  mais dia menos dia , vou atrás de minha essência redescobrindo o lado divertido, leve e aventureiro do ser.

Curioso, amante do prazer e fiel aos princípios éticos ou espirituais que apenas eu compreendo prezo por coisas que elevam meu espírito e que me ofereçam estímulo mental, sendo assim, atividades intelectuais me apetecem , pois valorizo o conhecimento e a cultura e gosto de filosofar e falar sobre.

Faço o que for para aquilo que quero dê certo. Pessoas problémáticas afetivamente  e espiritaualmente me repelem, mas se gosto delas, tomo isso como um desafio e se o sentimento é mais que gostar, se torna uma meta de vida mesmo sendo algo absorvente.

Sou desastrado e por vezes astuto e inconveniente em meus comentários. Isso é ruim.

Odeio rotina e muros que impeçam a abertura de horizontes e possiblidades. O arquétipo de minha persona é  a motivação por altos ideais e aspirações. Não vivo se não tiver planos loucos e um futuro que embora incerto, seja cheio sonhos lúcidos. Sou educado e muito raramente uso palavras baixas na hora de discussões, mas se uso é pra valer. Por isso oscilo na minha educação que dependerá direta e proporcionalmente a de quem me interpela.

Enfim tenho um espírito otimista, aventureiro, entusiástico e tendo a confiar na sorte (que felizmente me acompanha mesmo nas puiores horas). Mas há quem diga que sou imprudente, exagerado, indisciplinado, irresponsável, infantil, sem concentração e pseudo-cult. Acho que têm razão. Alguns muito, outros nem tanto, mas há verdade nisso, sim.

Ah, o idealismo… A falta de pé no chão e o otimismo exagerado me fazem perder a paciência com auto-comiseração e baixo astral.

Uso uma meta como motivação, mas sei mais que ninguém, que me interessa realmente é o caminho percorrido e tudo que irei aprender e principalmente ensinar nesse período. Adoro ensinar.

Só não mexa comigo. Não divide de mim, não subestime meus sentimentos e minha capacidade. Pois aí me sinto provocado e terei que provar… E provando você pode não gostar das consequências e seus possíveis desdobramentos. 

É facil me agradar; é facil desagradar também, não me venha com o trivial, com o gosto comum de massa, com “rodas presas” e futilidades. Você perceberá quando eu não gostar. Além de odiar falar de mim mesmo seja na primeira, seja na terceira pessoa. É muito narcisista, sabe?  

:)

Top Searchs

Isso é o que procuram nesse blog:

embusca de si mesmo,  quantas vezes teremos que errar até aprender? porque mesmo quando você se entrega e oferece tudo de si a uma pessoa, seu esforço não é valorizado como deveria? e porque um erro, pelo mais simples que seja, é suficiente para magoar alguém? creio que por períodos como estes a grande maioria já vivenciou.,  senti o teu corpo, mas nao senti o teu coraçao,  siga os tijolos amarelos,  rachel weisz, pessoa leviana, amor de verdade, Closer, indas e vindas, egoístas, qualidade X quantidade, Frieza das escorpianas.

Meet me in montauk.

Vocação é diferente de talento. Pode-se ter vocação e não ter talento, isto é, pode-se ser chamado e não saber como ir.

(clarice )

Scars

Lifefever

Parece que cada livro que leio, cada filme que vejo, cada rua que passo, cada história ouvida por desconhecidos… Fala um pouco comigo. Parece que identifico fragmentos de mim em tudo o que me permeia.

Ontem na paulista um mendigo pára  uma mulher na rua e pergunta:

“- Quando foi a ultima vez que você chorou?”

“Ah…bom… Ontem. Assisti um filme.”

“- Ah que maravilha é ser mulher, choram quando querem. O mundo ainda tem salvação! Essa convenção hipócrita que se estabeleceu nesse mundo, as vezes me faz pensar duas vezes antes de chorar!”

Fiquei curioso, pois ví que aquele homem, não era um qualquer. Parei.

” – Mas o senhor deve ter muitos motivos pra chorar. Porque chorou da ultima vez? “

“- Sabe senhorita, a ultima vez que chorei foi o motivo de hoje eu morar na rua. Eu amei muito uma mulher e eu a perdi. E não foi só isso que perdi, perdi o chão. Tenho consciência disso. A vida não teve mais sentido sem ela. Construí uma vida em função do nós. Fui escritor…”

Fiquei muito impressionado. Ele podia muito bem estar mentindo; mas vi verdade em suas tristes mas esperançosas palavras. Ele não era uma pessoa triste. Mas pra algumas pessoas amar é se sentir vivo. E se não amava mais. Nada mais fazia sentido. Ele se entregou. Suas prioridades eram tão pungentes, tão urgentes que ele não viu mais saída. Podia até ter filhos, podia ter família. Poderia inclusive essa história ser um belo livro. Eu o leria.

A conversa continuou, mas pra mim havia terminado.  

Nossa que história fantástica. Um indivíduo que mora na rua, me mostrou mais que um livro inteiro. Há tantas histórias não contadas, palavras não ditas, coisas acontecendo que é preciso estar com o coração e a percepção abertos para registrar esses detalhes tão pequenos, mas com enorme peso.

É preciso estar livre e receptivo para todas as possiblidades. Todas.

A vida é muito importante para ser levada a sério. (Oscar Wilde)

“(…)O sujeito que se mete no meio de trezentos idiotas será um deles.” Nelson Rodrigues.

Então veja com quem você anda.

Ontem assistí esse filme com a devida atenção que o mesmo merece. Mexeu muito comigo. E definitivamnete não é um filme infantil.

Fala de uma maneira lúdica, porém bem crítica,  sobre todos os montros que existem dentro de nós. Fala de tanta coisa e é tão profundo que com certeza não conseguirei falar de tudo. Mas ao mesmo tempo é simples, como histórias de criança e o amor devem ser.

Há nas profundezas do ser, bichos que não conhecemos. Talvez até tenhamos consciência de sua existência, mas não damos a atenção devida a eles. Talvez pela impressão que são inofesivos. Ou pelo simples fato de ignorá-los mesmo. Temos medo do desconhecido. E nada melhor conhecer algo para que possamos entendê-los e por conseguinte que aconteça um auto-entendimento. É aquela velha história da raiz latina do saber e do sabor. Só se conhece aquilo que se experimenta, se importa, se tem vontade de enxergar.

Inseridos neste contexto, esses bichos, por vezes bons, por vezes ruins; permeiam nossas vidas e por assim dizer  nossas atitudes. Regem o que se convecionou chamar de destino, ou seja, o destino vem de dentro pra fora e não o contrário.

Carol, o monstro preferido(e fica claro isso no filme) de Max (o garoto) é uma alegoria à confusão, intempestividade, ciúme, descontroles de raiva, egocentrismo, mas que no fundo há bondade e amor singelo. Alexender (o bode) é o lado carente, leia-se a carência multifacetada: afetiva, de atenção, de cuidados, de crianças, de solidão; ele é solitário e solicitito. Judith é o pessimismo, a frieza, o realismo excessivo, a insegurança, é agressividade , é o baixo astral; é o que nos faz desistir das coisas. Ira é o entusiasmo, é a criatividade , é a alegria que se contrapõe ás as ideias de Judith formando um casal, onde um equilibra o outro em suas exacerbações(Genial!). O touro (não há nome) é a solidão , a comtemplação das coisas, o falar nas horas certas, a melâncolia, o pensamento, o olhar pra dentro de si; ele aparece pouco e fala apenas uma vez. Douglas (O pássaro) é a razão ,a inteligencia, a inventividade , o companherismo, a lealdade e o desprendimento;  ele faz Carol fazer as coisas certas, mas Carol é mais forte as vezes. E por fim KW, que nada mais é que o amor materno, sem interesses e protetor; mas com tendencias de abandonar a família para ficar com os amigos (como sua irmã). Por isso há uma  tensão estranha entre ela e Carol; principalmente quando ela faz amizade com 2 corujas sabias, que Carol nem Max entendem sua linguagem. ( que é adulta e sem graça e essa rusga revela o ciume que ele tem da irmã e da mãe.)

O melhor é que nem é preciso ser profundo conhecedor de teorias psicológicas para saber que o grande trunfo do filme é que neste mundo fantástico de monstros muito mais tristes que assustadores; é de forma clara a psiqué de Max, que é um menino mimado e que não sabe lidar com nada. Um aspecto revelador e comovente se desdobra na trama, quando o menino é autointitulado Rei. Uma vez que nenhum dos monstros, consegue por sí só mudar a situação de tristeza e infelicidade vivida para um bem comum de todos, portanto o Max é a resposta para  essas angustias.  Ele constroi, um forte que diz ser contra a invasão de intrusos (no caso namorados da mãe e amigos da irmã) e sugere que todos durmam amontoados. Ou seja ele quer o amor da familia de volta, sem mais ninguém. Egoísmo infantil, normal. 

Portanto, todos esses monstros existem dentro de nós e permanecerão conosco durante a vida toda. Eu ví quais mosntros habitam dentro de mim e vi quais quero que see sobreponham sobre os outros e assim como Max, ver que as respostas para meus medos e dúvidas se encontram dentro de mim. Que a vida adulta não é só de decepção e lamúrias; ela é muito melhor quando se tem consciência dessas criaturas ferozes e desconhecidas,assim  fazendo a a mesma  mais leve e verdadeira .

As tristezas são transições. Não estamos acostumados com a solidão. Mas é importante, pois dela nasce as transfromações mais significativas de toda a nossa vã existencia. Não julgue a solitude como algo deveras ruim… Só quando se aprender a conviver com ela é que daremos valor á comunhão do “nós”, com serenidade, calma e acima de tudo consciênte de suas virtudes e limitações. E se pudessemos ter uma visão além do alcance veríamos que essas transições são necessárias para seu auto-conhecimento e a didática da vida.  Elevando-se a um aprendizado maior que no qual é a razão de tudo, que é o amor.

:)

 E você? Onde vivem seus monstros?

Eu não procuro saber as respostas, procuro compreender as perguntas. (Confúcio)

Tantas palavras
Que eu conhecia
Só por ouvir falar, falar
Tantas palavras
Que ela gostava
E repetia
Só por gostarNão tinham tradução
Mas combinavam bem
Toda sessão ela virava uma atriz
‘Give me akiss, darling’
‘Play it again’Trocamos confissões, sons
Nos cinemas, dublando as paixões
Movendo as bocas
Com palavras ocas
Ou fora de si
Minha boca
Sem que eu compreendesse
Falou c’est fini
C’est fini

Tantas palavras
Que eu conhecia
E já não falo mais, jamais
Quantas palavras
Que ela adorava
Saíram de cartaz

Nós aprendemos
Palavras duras
Como dizer perdi, perdi
Palavras tontas
Nossas palavras
Quem falou não está mais aqui

Chico Buarque

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