“MY” BLUEBERRY NIGHTS
Março 27, 2009, 5:29 pm
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Sinto em cada personagem um fragmento de mim nessa história extremamente familiar.

Pra quem não sabe o porque de tanta identificação, eu revelo: já fiz uma viagem dessas para tentar esquecer uma pessoa. Arranjei dois empregos, fazia cursinho, tentava ocupar o máximo possível o meu tempo. Partí em busca de algo que eu nem sabia pra que, nem o que o que era…Atravessei rua, sem saber quem ou o que me esperava do outro lado. Caí de cabeça no precipicio do amor, mesmo sabendo que o chão estava próximo demais. Mas no final (lê-se final começo desde ano)descobri que buscava na verdade, um “eu” há muito perdido, no meio de tantas concessões e acordos de paz; entulhado entre tudo o que tive que ceder e introceder para pequenos momentos de felicidade pudessem acontecer, agora já estranhamente esquecidos do outro lado do rio. Mas é sempre assim, tudo se esquece.

Talvez tenha mantido por tanto tempo uma relação fadada ao desalinho por medo. Medo da solidão, medo de arriscar, de trocar o certo pelo duvidoso. Mas uma vez que conseguimos enchergar que o certo, não é tão previsivel assim, concluímos que não havia motivo para tanta insegurança. Pois sempre que as coisas não andam bem, tendemos a esperar que o tempo dê jeito. Mas não. O tempo dá jeito no que se quer dar jeito, mas não pode dar jeito na essência da pessoa, aquilo que é característico, instrinsêco do ser. Seria possivel mudar algo que nasceu conosco afim de aceitar uma verdade alheia a sua? Como saber se essa tal verdade é verdadeira ? Tudo é um ponto de vista!

De certo que as pessoas são diferentes assim como os estilos de vida mas, TODA relação existe para que possamos nos sentir bem, serve para termos um porto seguro nos tempos de tribulações cotidianas… A vida já é demasiada complicada para procuramos mais problemas com alguém seja lá ele/ela quem for. Como já diria Neruda: ” Quanto mais você me amar, mais eu te amarei, pois amor é assim espelho; tem que ter reflexo…” Acho que desejo uma coisa normal por conseguinte sei que todos querem o que eu quero…

O que posso fazer se sempre quero tudo de tudo? Porque se contentar com migalhas?

Um dia me falalam:” Estou cansado de me adaptar ao estilo dos outros, será que alguem um dia vai gostar de mim do modo que eu sou?” E eu respondo: Não.

Ás vezes tenho a sensação que cedo mais que recebo, não sei se isso é normal mas venho sentindo isso frequentemente nesses 2 ultimos anos. Odeio quando as pessoas usam de minhas evidentes qualidades e as transformam em defeitos imperdoáveis.

(…)

As pessoas têm diversas formas de encarar ou não os problemas, assim como mostrado na pelicula. Umas procuram ocupação fisica afim de causar esgotamanto mental para esquecerem amores impossiveis; algumas se entregam à bebida afim de afogar nela toda mágoa e/ou resquício de desamor na vida encontrada; outras mentem, enganam e traem as pessoas acreditando nas próprias mentiras de tal forma que terminam por viver tais ilusões como se fossem reais;

Vamos para os personagens:

Lizzie ( Norah Jones ): Após, uma decepção ela parte para uma andança meio sem destino em busca que algo impalpável, que ao meu ver é uma alegoria bem clara da busca de si mesmo á muito esquecida por um convívio desgastado.

Sue Lane ( Rachel Weiz ) (*___*): É sufocada por um amor inexistente. O apego excessivo de seu marido obcecado pela imagem menina indefesa/masoquista. Não o ama amar, quiçá não sabe o que é o amor. Como não teve nehuma referencia sobre o mesmo acha q amor é posse, e se sujeitas à diversas formar de coação. Acha definitivamente que amar é sofrer. Se envolve com outro homem, circulando com o mesmo na frente de seu Ex marido. No fim , descobre o que significa AMAR. 

É engraçado esse lance de referencia de relacionamento. Eu tinha um, mas se foi.

Leslie ( Natalie Portman ) (*___*)  Usa uma mascara. Disfarça sua frustração com vicios, mentiras e fingindo ser outra pessoa. Se julga forte e destemida, quando na verdade é uma fraca. Luta contra seus sentimentos e faz-se de  desapegada dos laços afetivos.

Nos escondemos de diversas formas, contruimos castelos de areia.  Tudo pra se proteger.

Jeremy ( Jude Law ) Espera. Sempre espera. Não se deu tão bem em seu relacionamento anterior. Mas tem esperança de reaver sua ex. Cheio de manias… Manias de passoa sozinha. Se fecha e perde um pouco a alto-estima.

Arnie ( David Strathairn ) Possessivo, não aguenta a pressão quando sua amada o deixa. Seu potencial agressivo aliado a tendências  alcoolatras, é um clichê. Casado a muitos anos, controla a vida de sua esposa. A separação é dolorosa e cheia de “bad trips” . E vê na bebida o alivio imediato ao vazio que a falta de Sue lane faz,   pois fez dela o seu mundo e nele se atirou. 

As relações hoje em dia são muito egoístas. Não falo de relacionameto amoroso, falo qualquer um. É raro, na contemporeneidade algo sem interesses.

O Relacionamento entre as pessoas cada dia que passa, torna-se mais dificil. Seja ele afetivo, amigavel, familiar…. e sabe pq? pq as pessoas hoje tem tanta facilidade em trocar umas pelas outras, que esse lance de conquistar o afeto, a admiração, não é mais importante… Não há cumplicidade, há uma brigas de egos.

…dependemos das pessoas para que elas nos falem o que somos, como em um espelho. Hoje gosto mais do que nunca do reflexo que vejo… Apenas tento ser o melhor que julgo . Pois tudo que começa com muito pode acabar muito pior.

lendo A Insustentavel leveza do ser – Milan Kundera

 



Meu infinito particular parte II
Agosto 31, 2008, 6:34 am
Arquivado em: Inspiracion/Expiracion, eu lírico

Tento ser superficial, mas não consigo.

Mas tenho…
O que eu tenho?
Tenho uma estrela em desatino!
E olha: nos desentendemos muito bem!
E quando tudo parecia esmo e nesses descaminhos que sempre me perdia
Encontrei muitas vezes a mim mesmo e descobri:
Eu temo mesmo uma traição do instinto, que me liberte por acaso quem sabe um dia deste nem tão velho mas com certeza encantado labirinto do ser.
O meu labirinto não é como o dos outros, não sei seu início, que dirá seu fim.

Quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angustia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser um pessimista, sou antes um exaltado, com uma alma intensa e amiga.

Preciso me livrar desse pêso do nada.

…o meu mundo é uma caverna de Platão…não consigo discernir entre as sombras e o que é real, pois, ainda não sei o que é real, e se esse real de fato existe.

Pedaços de alma NÃO me interessam.

Ou é tudo, ou não quero!

Incompreensível? Talvez…

Minha auto-suficiência é verbo. Minha personalidade preposição.

E minhas “querências” substantivos.

Não me julgue. Não me ponha em vasos.

Não me arranque da terra se não queres meu perfume ao seu redor.
Não póde minhas folhas, só pq você acha que não combinam com meus olhos…
Respeite, o sol que necessito para viver, assim como eu respeitarei, caso você seja sensivel a ele.
Pode ser lindo, como não?
Um jardim florido sempre é lindo.
Mas não espere o óbvio.
Ponto.

Pareço repetitivo mas não, pode ter certeza…

Sacudindo a árvore das amizades…

mais uma vez…quero apenas frutos saudaveis nessa frondosa copa. Meus galhos já são pesados demais pra continuar mantendo frutos podres e/ou estéreis.

Nunca ninguém sabe se estou a ponto de rir ou de chorar.

(lendo o pequeno princepe – pela 18ª vez)



CLOSER
Junho 16, 2008, 10:06 pm
Arquivado em: borderliner, eu lírico

SAYTRUE

Não sei se serei spoiler! Whatever…

A vida como ela é. As pessoas traem, voltam, gostam, desgostam, se arrependem, magoam, aprendrem sobre cicatrizes, falam o que não sentem, sentem o que não falam, se deixam levar pelos outros,  gostam de quem não gosta de nós,  seduzem quem não querem, e TODOS buscam por algo que não existe. 

Por vezes idealizamos e criamos muitas expectativas…sejam nas pessoas, sejam nas promessas.

( Não sou um amargurado com o amor, muito pelo contrario!)Calma!

Mas é fato que adoramos nos enganar e nesse engano tendemos a pensar que o passado ERA melhor que o presente e buscamos até de uma meneira meio desesperada esse pretério outrora FELIZ. E queremos no OUTRO a perfeição que não temos, segurança q nos falta e a compreensão incondicional para TODOS os nossos problemas. É tudo tão individualizado, que acho que é  por isso que a pós-modernidade é o retrato das pessoas de hoje: Egoístas, superfíciais, fúteis e burras. Não há tempo para se aprofundar , conhecer nada bem…o tempo urge e temos que beijar o máximo de bocas possíveis, conhecer quantos corpos nos aparecerem, a quantiidade vence a qualidade. Viramos um mero numero. Uma estatística!

Assim como Alice, mesmo vivendo sob um teto você nunca conhecerá alguem por completo e se assim o fizer(haja utopia) logo a mesma perderá o interesse ( schoppenheuer, meu guru espiritual!). Você cede, chora e se acha feliz. Mas quando o sentimento não é espelho, não adianta!

Criamos tudo em uma relação e esta só se mantêm quando  há uma simbiose de estilos, compreeensão com os inerentes erros e principalmente se ambos estiverem na mesma sintonia, andando para a mesma direção. Por isso, o dificil não é conquistar, o difícil é manter. Por que há um momento definidor em qualquer relação humana, que colocamos na balança, se a outra pessoa te traz benefícios. Pra mim esse benefício se basta ao em tornar uma pessoa melhor, mais humana, mais crítica.(Nada de controle!) Quero encarar a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de suas inerentes limitações. Algo mais SEM CONDIÇÕES, gostar/amar de alguem de forma mais homogênea. Se olharmos friamente pra qualquer pessoa no MUNDO está sempre terá milhões de defeitos, ninguém resiste a uma análise profunda, e esta sinceramente só nos caberia se fossêmos perfeitos. Mas uma coisa é certa: molduras boas não salvam quadros ruins. O importante é a verdade.

Mas o amor… ah o amor. Quem sabe  hoje em dia seu significado? 

Ao meu ver o filme diz exatamente isso: amor traz tranqüilidade, paz, quietude. E não o contrário. Pois caso traga sofrimento, não é amor e sim apego, posse, ego, orgulho. Não confundam as palavras. E olha que de orgulho eu entendo!

Não se ama por dois.E não se faz nada por ninguém. Não se abraça um pedaço de mim…só eu inteiro, com meus dons e meus defeitos. Não consigo ser comedido no sentir.

“…quando se muda por dentro , é definitivo!”

Doença da alma do dia:

” DIABÉTICO” é quem não consegue ser doce.

(ouvindo Leave me alone –  Natalie Imbrugia feat. Portishead )

a letra é otima!



SIGA A ESTRADA DE TIJOLOS AMARELOS
Junho 4, 2008, 5:09 am
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just follow!

 

Na verdade mesmo, eu nunca me entendí com adulto por jamais ter deixado de ser criança, mas há uma pressão deseperada tão aguda de seriedade e regras, que as vezes tenho surtos de adultisse TOTALMENTE alheio ao manual de fábrica e o how to play do indivíduo. E eu não quero isso…não quero me acostumar com a violência do mundo; não quero ter que beijar sem sentir nada; não quero que a TV determine o que irei vestir, comer e me comportar e..nem tampouco viver pra trabalhar. Odeio me acostumar com o REAL! Procuro despir-me do que aprendi. Procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram, e raspar a tinta com que me pintaram os sentidos, desencaixotar as minhas emoções verdadeiras e só então desembrulhar-me e ser eu… Tenho problemas hoje que nunca imaginei em ter. Tenho sensações inerentes à esses problemas e creio que só Icaro me entenderia hoje em dia. E esse sol é meu veneno e meu elixir. Só não corte minhas ASAS, me deixe voar. O sol um dia irá me fazer cair, mas tá lá, já terei conhecido as estrelas. Estou abrindo mão do meu EGO em favor de experiências de maior intesidade! Vivo à flor da pele: choro, rio, brigo, tudo ao mesmo tempo e com a mesma intensidade e exaltação! E hoje tenho  dons incríveis como o de fazer as passoas rirem, de ser mediador da paz e de saber crer um minha intuição para conseguir aquilo que me fará melhor.  Minha inquietude está nas palavras não ditas, nas energias disperdiçadas e nas vidas não vividas.  E a morte me faz querer ansiar cada vez mais viver, dizer e sentir a cada minuto TUDO aquilo que ainda não sei… Há uma vontante e para TUDO sempre há o memento da ESCOLHA: seguir, parar ou retroceder. Arriscar, deixar ser e parar no tempo. Casa escolha uma renúncia, cada renúncia um mar de consequências.

Eu faço minha estrada de tilojos amarelos!

Quando tudo parecer sem saída desenhe seu caminho. Deixe fluir e se deixe levar por esse fluxo. Não prenda a correnteza da vida, pois ela precisar correr para o infinito e o conter, conterá também mudanças necessárias para as mudanças, crescimento e evolução de espírito. O ciclo da vida precisa continuar!

A verdadeira liberdade está no desprendimento, não de sentimento, mas na posse. Não temos nada e não levaremos nada dessa vida. Então deixe-se ir e vir quantas vezes quiser, se apaixone por você, por outras e pelas mesmas pessoas quantas vezes seu coração ouvir o som do amor. Se ninguém é insubstituível, nada é para sempre também, logo, liberte-se das amarras que você mesmo cria. Pois momentos e lembranças sim são eternas e nas minhas não quero ter a sensação que poderia ter sido melhor porque guardei o me era de direito sentir, porque pensei na reação alheia, ou porque sabe-se lá o porque contive uma ação por pensar demais e perder o timing . E esse sentimento é justo aquele que no futuro imaginaremos como um referencial de vida plena, mesmo não sendo, mas como demos o melhor, sempre lembraremos de quanto vale a pena fazer tudo o que se sente e que aquele pretérito é o mais próximo da felicidade, que nós JAMAIS estivemos.

( ouvindo: Careless whisper- Wham! )(sem preconceito mas essa musica fala sobre não ligar pra opinião alheia)

 



Maio 28, 2008, 6:50 pm
Arquivado em: Inspiracion/Expiracion

Adepto da Igreja Universal Da Apofania Terrena!

Niilistas, não entram.

Estóicos, não entram.

Hedoístas, podem até entrar.

Masoquistas, com certeza.

Apenas aqueles que assim como eu, não se conformam com as respostas que até então me foram dadas.

Se você é curioso e sempre teve a sensação que há coincidências demais na vida, pro “seu gosto” este é o lugar; onde vc aprenderá:

* que calar as vezes é mais importante que aprender a falar.

* que nem sempre, por mais clichê que possa parecer: AS PESSOAS NUNCA QUEREM QUE VOCÊ SEJA VC, querem outra “coisa”.

*Que se jogar, sempre valerá a pena!

* e que confiar na sua INTUIÇÃO te levará a caminhos suavemente naturais e agradáveis

*Que escutar não significa Exatamente estar com as orelhas desobistruídas

*a não julgar tanto, antes de conhecer realmente algo.

*a casca é efêmera, só se ve bem com o coração!

*e que a verdade é REVOLUCIONÁRIA!

(lendo: O retrato de Dorian gray – Oscar wilde)

(tell who I have to be..to get some reciprocity…)

 



NO PRINCIPIO ERA O VERBO
Maio 28, 2008, 6:09 pm
Arquivado em: Inspiracion/Expiracion, borderliner, eu lírico

Da árvore do conhecimento, aquela do bem e do mal,(blá, blá, bla) me caiu o fruto da vida na cabeça no qual me fez abrir as ventas de minha percepção. Este me presenteou com uma galo que me fez lembrar da dor do amadurecimento.

A serpente que alí residia sussurou um silvo incrivelmente humano. Era sedutora como de costume, era sabia e miseriosa. Contara histórias de pessoas que voavam com os pés no chão e viviam aquém de religiões, dogmas e paradigmas. E lhe escaparam  segredos:
-O pecado está na vontade contida, nas energias desperdiçadas, no sentir leviano, e no generalizar das pessoas.
Deus não invetou o pecado, o homem o inventou. Não se morre se não vive! Respire a vida e coma o fruto com uma mordida voraz e intensa ! Não se deixe levar pelo obvio, pelo já escrito, pelos moldes, pela doutrina. Duvide de tudo o  que lhe for apresentado; pense por sí mesmo,  e nunca pelo ambiente externo.
Seja o CORINGA!

Comendo!

Mas sem efeito!
Não dexo de ser aquela eterna criança inquieta que se surpreeende com tudo!
Não sei se quero ser adulto…
Não entendo:
o porque viver pra trabalhar…a seriedade excessiva…essa velocidade que em tudo está… esse amor de midiático, sexualizado e vulgar…esse consumo de sensações…e esse “você é o que você tem”…e porque TUDO vira comércio? Até Deus!

Uma luz de acende onde outra apaga. E só depende de nós mantê-la viva. Depende do quanto a luz faz-se necessária.
Que via de regra inventamos motivos para evitar a eutanásia.

Liberte-se!

Quem é você? Uma imagem que os outros criaram?

Ser diferente te faria menos humano, só porque não segue o fluxo comum?

let it bleed! (lendo O DIA DO CORINGA )



Ô IAIÁ
Maio 16, 2008, 8:09 pm
Arquivado em: Sem Categoria

Iaiá, se eu peco é na vontade
(peco? num vejo pecado nenhum nisso. Pecado é ficar na encolha e não aproveitar essa vida que é tão curta. O pessoal se assuta! Por isso é tão raro algo consistente)
de ter um amor de verdade.
(ah, isso todos querem, mesmo fingindo que não!)
Pois é que assim, em ti, eu me atirei
(háha, sem comentários..excessões acontecem. Logo comigo… mas nada melhor que ser vc msm. Sempre q sentir oq sentí já estarei “desabando”)
e fui te encontrar
(se for as 4h desde a 1h estarei feliz )
pra ver que eu me enganei.
(engano? nos enganamos com tanta coisa, essa é uma q vale a pena.)

Depois de ter vivido o óbvio utópico
te beijar
(Utópico??? Não! Obvio sim! Coisa que não entendo é esse medo do desconhecido…)
e de ter brincado sobre a sinceridade
(isso eu NUNCA fiz, não arrisco em coisa sq não valem a pena…é fácil perceber que eu não me dobro fácil e minhas insatisfações são previsíveis)
e dizer quase tudo quanto fosse natural
Eu fui praí te ver, te dizer:
(eu t disse mais que isso, eu fui: EU, FUI você, FUI nós…fui ao céu e ao inferno em segundos…)
Deixa ser.
(eu deixo, mas ser como?)
Como será quando a gente se encontrar ?
(como saber oq nem foi escrito?)
No pé, o céu de um parque a nos testemunhar.
(que frase linda!)
Deixa ser como será!
(eu deixo, mas você deixa?)
Eu vou sem me preocupar.
(essa é a frase)
E crer pra ver o quanto eu posso adivinhar.
(adivinhar? Para com isso…vamos fazer uma festança!
Você verá q vale a pena!)

De perto eu não quis ver
(eu vi, era medo da dor)
que toda a anunciação era vã.
(vã? vã é a vontade presa, um axioma)
Fui saber tão longe
mesmo você viu antes de mim
que eu te olhando via uma outra mulher.
(vacinas existem pra isso! Ninguem é insubstituível!)
E agora o que sobrou:
Um filme no close pro fim.
(Aff, será? Quero ainda muitos super-closes!)
Num retrato-falado eu fichado
exposto em diagnóstico.
Especialistas analisam e sentenciam:
Oh, não!
(Se eles soubessem algo mesmo teriam feito outro curso!
“Moreno, cabelo preto, com algo batendo no peito maior q sua caixa toráxica”)

Deixa ser como será.
(ok!!!!!!!!)
Tudo posto em seu lugar.
(eu aki e vc tb)
Então tentar prever serviu pra eu me enganar.
(não se engane eu sou a única certeza)
Deixa ser.
(…)
Como será.
Eu já posto em meu lugar
Num continente ao revés,
em preto e branco, em hotéis.
(é uma possibilidade, mas não me leve até aí…me diga a verdade q eu vou por conta propria!)
Numa moldura clara e simples sou aquilo que se vê.
(sou aríes, não há como negar)

“I told u…”



FILOSOFIA DE BOTECO

love!

Nietzsche uma vez escreveu que a maior diferença entre o homem e a vaca era que a vaca sabia como existir, como viver sem angústias (isto é, sem medo) no bendito presente, sem o pêso do passado e a preocupação com os horrores do futuro. Mas nós, humanos infelizes, somos tão perseguidos pelo passado e pelo futuro que só podemos passar rapidamente pelo presente. Sabe por que sentimos tanta saudade da maravilhosa infância? Segundo Nietzsche, porque foi a única época despreocupada, ou seja, sem preocupação antes de termos lembranças tristes e graves do lixo do passado.”

Estou lendo a cura de Schoppenhauer – Muito, mas muito bom.

Me zoam Virei motivo de chacota quando falo da estreita relação dos nossos atos com a atmosfera ao nosso redor e que sem perceber criamos um “ambiente favorável para a cultura de uma apofania”. Parecido com o lance de origem das espécies: de um ambiente propício, a vida surgiu! Creio que fazemos nossa vida. Boa ou ruim. Tudo depende do “ambiente”.

E o mais engraçado é que mesmo sem o já supracitado ” ambiente”, as coisas acontecem e ainda assim não percebemos a magia ali encontrada. Apenas dizemos: “-Nossa que coincidência!”.

(…)

Mas como explicar certos fatos?(500 mil pessoas numa virada cultural e encontra exatamente quem você mais queria?)( Você estar morrendo de saudade de alguem, pensa nela e ela está do seu LADO no metrô )(Que quando você namora, aparecem as melhores oportunidades para traição)

Que explicar que nada…

Uma música que diz isso em outras palavras:



INFERNO/CÉU ASTRAL

o.o

as arianas, querem competir comigo! (logo com quem!)

as taurinas, tratam de me colocar no chão! “- Que pássaro sou eu se não posso voar?”

as geminianas, querem me mudar e não sabem o que querem…mas cheiram tão bem!!

as cancerianas, me apetecem , mas eu enjôo, por serem muito devotadas. “-where is the challenges?”

as leoninas, querem chamar mais atenção que eu…pode? Mandar até que podem, pois querem isso sempre!

as viginianas, têm uma paciência comigo que eu nem sabia que existia! São encantadoras! Mas querem limpar TUDO!

as librianas, me emcabulam por serem tão parecidas comigo…ou até mais efusivas. Quero novidade, onde está?

as escorpianas, há. Essas são um caso a parte, me enlouquecem, me enfeitiçam e me deixam curioso” ( Deus eu, pra que tanto mistério e meias palavras?). Mas não aguentam 5 minutos de conversas profundas. Pensam que sabm lidar com a vida. Tolas!

as sagitarianas, são inteligentes. Adoro pessoas inteligentes! Quero falar de qualquer coisa, não há melhor!

as capricornianas, são lindas mas um pouco mimadas, querem sempre tudo, mas querem ceder! Me dou bem com elas,

as aquarianas, essas são uma incognita…sempre extremos! Uma jogadora de pôquer!

as piscianas, querem sempre me ensinar coisas da vida, mas bêbadas são piores que as librianas!



O TEU SANTO NOME/VEJA BEM MEU BEM
Maio 2, 2008, 5:22 am
Arquivado em: Vida fodona, borderliner, eu lírico

Não facilite com a palavra amor.
Não a jogue no espaço, bolha de sabão.
Não se inebrie com o seu engalanado som.
Não a empregue sem razão acima de toda razão (e é raro).
Não brinque, não experimente, não cometa a loucura sem remissão
de espalhar aos quatro ventos do mundo essa palavra
que é toda sigilo e nudez, perfeição e exílio na Terra.
Não a pronuncie.

(Drummond)

Sabe o que é foda?

Banalizar!

Que inclusive já foi banalizada também!

Se você é você, te reprovam… Se é igual te julgam…o censo comum é um lugar tão fútil e raso!

Que eu sequer consigo chegar perto.

Façamos o seguinte, eu serei EU.

Plenamente Eu.

Vou: ligar, escrever, deixar recados e mensagens e falar TUDO o que sentir… quantas vezes as minhas forças ainda ecoarem sem sua presença.

Não me interprete mal, te quero livre.

Transcorro minha saudade em forma de palavras…mesmo que confusas.

Minhas ações vêm da saturação de pensamentos.

De longe preciso ser muito mais eu do que de perto.

Penso em pensamentos, que pensam o mesmo de mim.

Preciso passar por cima de tantas coisas difíceis!

Tenho que passar por cima de mim!

Tantas palavras.

Não há peso.

Só algo que se perdeu pelo tortuoso caminho da crença nas pessoas.

Ou melhor, não me interprete pois com certeza vai levar TUDO para o lugar comum.

E comum nunca serei.

Minha intuição é proporcional a tudo de mais autêntico que possuo.

Veja.

Não desperdice.

Só sei ser assim: 8 ou 800

Não tem porque ser diferente, não consigo fingir!

Minha siceridade está em minhas atitudes.

Apenas olhe em meus olhos e me pergunte o que quiser.

Simples assim.