Arquivado em: Inspiracion/Expiracion, borderliner, designio intermitente, eu lírico

Tomara como regra decisões. Como quem troca de roupa.
Como quem pontua suas frases.
Adora as reticentes e lhe apetece as preposições condicionais.
Verbos, os transitivos indiretos, devido à um pretérito imperfeito.
Quiçá, separara o Nós, em hiato mesmo sabendo do evidente erro.
E eu o sujeito Oculto ou inexistente , lhe prometo um futuro do pretérito mais que perfeito.
Os gêneros, mais masculinos.
Os graus, os mornos pois não aprendera os de maior intensidade.
Sei que para conjugar o verbo que quero, basta utilizar uns adjuntos adnominais de tempo.
Valha-me Deus! Quantas vozes têm esse sujeito? Fala demais!
Tranquilo, desde que ele concorde com o vocativo:
“Te quero hoje, amanhã nos vemos o resto.” Simples e imperativo.
Primeira pessoa de um momento singular.
E no meio da tantas palavras vãs, você perceber que as metáforas são reais
As metonímias, são inerentes à tudo o qual é avassalador a ponto de estar sempre esperando um SIM ou nunca mais!
É quase um pleonasmo!
E certeza de eufemismo no seu sorriso adjetivado.
E quem sabe você compreeenda que minhas locuções adjetivas preposicionados estão aquém da sintaxe.
E um dia deixar-se-á levar pelas orações subordinadas de intensidade.
As hiperbóles são intrinsêcas, não são ironias!
Seja minha particula apassivadora!
Meu complemento nominal!
Mas seja…mesmo que transitivo pois não nos cabe análise morfológica.
(ouvindo festança da Mariana Aydar)
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