Não facilite com a palavra amor.
Não a jogue no espaço, bolha de sabão.
Não se inebrie com o seu engalanado som.
Não a empregue sem razão acima de toda razão (e é raro).
Não brinque, não experimente, não cometa a loucura sem remissão
de espalhar aos quatro ventos do mundo essa palavra
que é toda sigilo e nudez, perfeição e exílio na Terra.
Não a pronuncie.
(Drummond)
Sabe o que é foda?
Banalizar!
Que inclusive já foi banalizada também!
Se você é você, te reprovam… Se é igual te julgam…o censo comum é um lugar tão fútil e raso!
Que eu sequer consigo chegar perto.
Façamos o seguinte, eu serei EU.
Plenamente Eu.
Vou: ligar, escrever, deixar recados e mensagens e falar TUDO o que sentir… quantas vezes as minhas forças ainda ecoarem sem sua presença.
Não me interprete mal, te quero livre.
Transcorro minha saudade em forma de palavras…mesmo que confusas.
Minhas ações vêm da saturação de pensamentos.
De longe preciso ser muito mais eu do que de perto.
Penso em pensamentos, que pensam o mesmo de mim.
Preciso passar por cima de tantas coisas difíceis!
Tenho que passar por cima de mim!
Tantas palavras.
Não há peso.
Só algo que se perdeu pelo tortuoso caminho da crença nas pessoas.
Ou melhor, não me interprete pois com certeza vai levar TUDO para o lugar comum.
E comum nunca serei.
Minha intuição é proporcional a tudo de mais autêntico que possuo.
Veja.
Não desperdice.
Só sei ser assim: 8 ou 800
Não tem porque ser diferente, não consigo fingir!
Minha siceridade está em minhas atitudes.
Apenas olhe em meus olhos e me pergunte o que quiser.
Simples assim.
Sem comentários ainda até o momento
Deixe um comentário
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <pre> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>
