
Tento ser superficial, mas não consigo.
Mas tenho…
O que eu tenho?
Tenho uma estrela em desatino!
E olha: nos desentendemos muito bem!
E quando tudo parecia esmo e nesses descaminhos que sempre me perdia
Encontrei muitas vezes a mim mesmo e descobri:
Eu temo mesmo uma traição do instinto, que me liberte por acaso quem sabe um dia deste nem tão velho mas com certeza encantado labirinto do ser.
O meu labirinto não é como o dos outros, não sei seu início, que dirá seu fim.
Quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angustia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser um pessimista, sou antes um exaltado, com uma alma intensa e amiga.
Preciso me livrar desse pêso do nada.
…o meu mundo é uma caverna de Platão…não consigo discernir entre as sombras e o que é real, pois, ainda não sei o que é real, e se esse real de fato existe.
Pedaços de alma NÃO me interessam.
Ou é tudo, ou não quero!
Incompreensível? Talvez…
Minha auto-suficiência é verbo. Minha personalidade preposição.
E minhas “querências” substantivos.
Não me julgue. Não me ponha em vasos.
Não me arranque da terra se não queres meu perfume ao seu redor.
Não póde minhas folhas, só pq você acha que não combinam com meus olhos…
Respeite, o sol que necessito para viver, assim como eu respeitarei, caso você seja sensivel a ele.
Pode ser lindo, como não?
Um jardim florido sempre é lindo.
Mas não espere o óbvio.
Ponto.
Pareço repetitivo mas não, pode ter certeza…
Sacudindo a árvore das amizades…
mais uma vez…quero apenas frutos saudaveis nessa frondosa copa. Meus galhos já são pesados demais pra continuar mantendo frutos podres e/ou estéreis.
Nunca ninguém sabe se estou a ponto de rir ou de chorar.
(lendo o pequeno princepe – pela 18ª vez)
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